Momento de Socialização On line-1

Atividade- Escrever uma carta para a Professora da 7ª Série/ 6 Ano (Atividade Estruturação de Texto)


Caros Professores da Recuperação Contínua

Dando continuidade no Encontro de Formação ocorrido no dia 24/04/2012 escrevam uma carta para a Professora “Bela”, fazendo considerações sobre o trabalho proposto e os procedimentos que ela utilizou, podem dar sugestões, etc.

Aguardo vocês
PCNP Sonia Camilo

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Reflexão Recuperação de Alunos

Este texto tem o objetivo de socializar questões abordadas na Orientação Técnica realizada no dia 27/03/2012 com Professores Coordenadores Pedagógicos.

PCNPE Sonia Camilo

Uma reflexão sobre recuperação exige inicialmente que consideremos que recuperar é antes de tudo proporcionar uma nova chance!  assim sendo o fazer pedagógico acontece com foco na recuperação e pressupõe:

a) avaliação diagnóstica,  levantamento de conhecimentos, dos saberes dos alunos

b) atuação do professor com foco na aprendizagem ( reinventar o fazer pedagógico: conhecer os materiais existentes na escola, se interar das propostas oferecidas pelos Coordenadores e PCNPE, adequar/ ajustar  atividades, com diversificações para contemplar todos os alunos da turma buscando garantir avanços)

c) avaliar para acompanhar, bem como registrar, retomar, etc.

Ao realizarmos a avaliação inicial precisamos ter clareza sobre :

a) o retrato da situação de aprendizagem dos alunos,quanto às necessidades de aprendizagens?

b) quais ações organizativas precisam ocorrer para otimizar o tendimento dos alunos?

c) o que é preciso ser contemplado na didática para que a proposta de recuperar não seja apenas uma promessa, não se perca, ou simplesmente, não aconteça?

Pensar na recuperação não é tarefa fácil e não é de hoje que está presente nas escolas, então quando o assunto é recuperação, bem sabemos que precisamos acompanhar registrar e tematizar com os professores:

Ações…

-         importantes que não estão acontecendo e nem sabemos se vão acontecer…

-         que ainda não aconteceram, estão sendo encaminhadas…

-         que não podem mais acontecer

-         que necessariamente precisam continuar acontecendo…

-         que precisam começar a acontecer…

É preciso que estejamos sempre atentos para avaliar como podemos ajudar os professores e alunos

Olhando mais para dentro possível das atividades propostas pelos professores, podemos diagnosticar se eles oportunizam boas situações de aprendizagens, se os princípios didáticos são contemplados ou seja,  se nas atividades propostas os professores oferecem
oportunidades aos alunos para que :

- possam colocar em jogo tudo o que sabe para descobrir o que ainda não sabe

– tenham desafios a enfrentar, problemas a resolver

– participem de socializações e façam circular informações entre eles

– percebam que o conteúdo trabalhado tem relação sócio cultural real

Com as turmas de Recuperação Intensiva, as  atividades precisam ser articuladas com as necessidades, os saberes da turma, as possibilidades de aprendizagem, então os  materiais disponibilizados na escola podem ajudar na elaboração e adequação de atividades, como “Mais matemática”,”Ensinar e Aprender”, “Ler e Escrever”, “Jornada da matemática”, “Livros didáticos (PNLD)”,  e também atividades sugeridas pelos PCNPE.

Em relação às atividades sugeridas é necessário antes de tudo, considerar se que o que está planejado (proposto) comporta ajustes, redirecionamento e mediação pois na prática a aprendizagem da turma, a riqueza das experiências e das formas de atuação, depende do grau de clareza  que o professor tem sobre cada elemento em jogo, ou seja  se o professor sabe:
- O que os alunos efetivamente sabem ,o que precisam saber para evoluir e o que dão conta  de fazer para compreender e ainda como ele pode intervir/ mediar para que a aprendizagem se mantenha em movimento contínuo a favor do progresso (trajetória hipotética de aprendizagem)
- Decidir sobre o processo de realização das atividades em sala de aula, atender ao currículo e oportunizar  diferentes maneiras  de fazer .

- Estar atento para decidir em quais momentos  irá realizar a mediação e intervenção pontual que surge à medida em que as atividades são desenvolvidas.

Registrar e refletir :
- A atividade proporcionou desafios aos alunos? Ou fizeram mecanicamente a atividade sem a menor dificuldade e não precisaram de mediação
- As adaptações realizadas durante a atividade oportunizaram algumas intervenções a favor de um processo de aprendizagem?
- A sequência proposta promove reflexão sobre outras possibilidades  a serem elaboradas?

- o que faltou incluir?

- o que eu pensei que aconteceria e que não aconteceu?

- foi possível garantir na sequência proposta que os pilares didáticos fossem contemplados?

- na sequência proposta algumas atividades não promoveram avanços?

- o que foi bom que indica avanços?

- como posso oportunizar que os alunos percebam que estão avançando e que as mediações que fiz o ajudaram?
As reflexões que ocorrem após o trabalho realizado, oportunizam ao professor refletir a avaliar sobre a trajetória de aprendizagem do aluno bem como sobre o que foi dinamizado por ele que tenha provocado um menor ou maior avanço.
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Entrevista com Telma Weisz

Entrevista com Telma Weisz sobre alfabetização inicial – Nova Escola
(Para a Especialista  se o Professor acreditar em seus alunos e
apostar oferecendo-lhes oportunidades didáticas diversas, os alunos
avançam…)
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Délia Lerner na revista Nova escola

-Delia Lerner fala sobre a leitura e a escrita em contexto de estudo
Pesquisadora argentina analisa a leitura e a escrita como objetos de ensino e também como ferramentas de aprendizagem de conteúdos de outras áreas
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Retenção- Reflexão proposta na Orientação Técnica realizada dia 30/01- com Professores Coordenadores de Escolas

31/01/2012

Retenção!  Uma resposta educativa?

Esta questão tão delicada presente em boa parte de nossas escolas merece atenção  de todos os educadores, proponho aqui uma reflexão  inicial , seguida de leituras de textos, afinal pensar no assunto importante como este nunca é demais…

Podemos iniciar pensando sobre: Que “olhar” temos em relação à Retenção?

No excerto do texto:  Avaliação da Aprendizagem e Progressão Continuada -bases para a construção de uma nova escola” de Zilma de Moraes R. de Oliveira “Para muitos professores, diretores e famílias, herdeiros da tradição criada pela estrutura elitista e excludente da escola brasileira, a organização escolar em ciclos, os quais, por definição, não comportam retenções em seu interior, não pode ser produtiva para a aprendizagem dos alunos. Contudo, dados de pesquisa têm apresentado que as aprendizagens se fazem por espirais e que mesmo que algumas aquisições fiquem prejudicadas por um certo período enquanto se desenvolve o complexo processo de ensino, a não-retenção dos alunos na progressão continuada pode permitir mais avanços do que quando é defendido um ritmo homogêneo e linear de domínio de conteúdos escolares.”

“Assim a progressão continuada não se alia de forma alguma com possível rebaixamento do ensino, antes envolve pensar sempre em diversas formas de prover aprendizagens essenciais, com o domínio de habilidades e atitudes de busca de novas informações e conhecimentos, de cooperação, etc., através de um projeto consciente de trabalho pedagógico elaborado e desenvolvido em equipe.“

A leitura deste texto nos oportuniza aprofundarmos nossa reflexão inicial pensando sobre:

- Qual Objetivo da retenção?
- A escola teve caso(s) de retenção em 2011?
- Quais os Fatores/ Critérios que pesam na difícil decisão de reter ou não um aluno?
- Quais ações ocorreram para mudar a realidade da escola em 2011?
-Quais ações deram resultados? Quais não surtiram efeito?

E  depois  de todas as tentativas de ajudar o aluno  a mudar sua história,  caso a retenção seja inevitável, ainda precisamos pensar:

-Como esta poderá ser antes de tudo, uma resposta educativa-“Promissora para a aprendizagem do aluno no ano seguinte”

- Quais são as ações propostas pela escola para que não ocorram retenções em 2012?

Isto tudo porque, Se desejamos ser educadores capazes de intervir na formação dos alunos é preciso que  não alimentemos  o sentimento de quesnossa autoridade pedagógica somente é legitimada mediante a possibilidade de retenção.

O desafio da Progressão Continuada é muito grande e dentro dele, a não-retenção. Então não podemos trabalhar com a impressão de que, se o aluno não investe em si mesmo, não valoriza seu conhecimento, nada temos de importante para fazer.

Mais complicado ainda se acreditamos que estes, só mudam de atitude se tiverem medo da retenção. Esta nunca foi e não será definidamente uma visão de quem deseja conquistar seu espaço de mestre na vida de seus alunos.

Estas reflexões surgem à partir da leitura do artigo da Dília M. Andrade Gloria e Leila Alvarenga Mafra (UFMG)  “A prática da não-retenção escolar na narrativa do E. Fundamental: Dificuldade e avanços na busca do sucesso escolar”.

(O texto acima indicado apresenta e discute sobre o projeto político-pedagógico inovador, implantado no município de Belo Horizonte à partir de 1995 e semelhante com o sistema implantado em SP, as questões apresentadas abordam com muita clareza, questões colocadas em pauta pelos professores).

Depois das reflexões e leituras aqui propostas, a questão  em foco e que precisa de uma resposta é :  Se tivemos em nossas escolas casos de retenção no ano de 2011, o que vamos fazer, quais serão nossas ações para que 2012 seja para esses alunos, promissor em suas aprendizagens? E ainda se ocorrerem indícios de que novos casos de retenção poderão ocorrer ao final do corrente ano, quais ações precisam e podem ser intensificadas ou implantadas, para que estas não ocorram?

Vídeos e textos complementares:

- Entrevista com Zilma de Moraes R. de Oliveira – 1¹ Integrante do Conselho Estadual de Educação e Professora dos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da USP e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (USP) de Ribeirão Preto, Zilma fala, nessa entrevista, da evolução do ensino e da legislação educacional, discorre sobre a importância da avaliação permanente e externa e da recuperação e do reforço paralelos dentro da Progressão Continuada e esclarece o papel dos indicadores oferecidos pelo Saresp na construção de uma escola pública acolhedora e democrática.

- Repetência, um erro que se repete a cada ano- Nova Escola
- Alunos repetentes não apresentam melhora no aprendizado, diz pesquisa realizada em MG com alunos que participaram do PROALFA
-Saiba sobre a pesquisa
-Saiba sobre o PROALFA (interessante sabermos que em outros estados também ocorrem avaliações externas)
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Leitura, produção e reescrita

O que se aprende primeiro: o escrito ou a leitura?
-Incentivar a leitura é fundamental
Num país castigado pelo analfabetismo, projetos de incentivo à leitura são muito mais que bem-vindos: são fundamentais-Leitura para toda a escola
Ler todos os dias foi a chave para alfabetizar e formar uma comunidade “louca por livros”-O ato de ler evolui
Para a psicolinguista argentina, o que se espera de um leitor muda com o tempo. Na era da internet, seletividade e rapidez são características essenciais -Ler para escrever
Bons leitores são bons escritores? Nem sempre. Para enfrentar o desafio da escrita, é preciso investigar as soluções de autores reconhecidos
- Reescrita no percurso da autoria”A reescrita inibe a criatividade do aluno?
Não. Ao reescrever a versão pessoal de uma história conhecida ou com alterações solicitadas pelo professor, como a mudança de cenário, de tempo ou de narrador, o aluno pode realizar um grande esforço criativo para conseguir reconstruir a mesma história e não perder a coerência. Esse processo, baseado em diferentes maneiras de reescrever um texto-fonte, é parte integrante do percurso de autoria, que pode ser construída com muita prática e reflexão. (Considerações sobre a proposta didática – ) ”

Mais textos no link ” Estudo-Textos” na Home deste blog
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Pra começo de conversa…

Pra começo de
conversa…

-As
muitas facetas da alfabetização

-Por
trás do que se faz
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